Mulher baleada pelo ex em ataque com 3 mortos em Juruti recebe alta após 30 dias no hospital
O crime ocorreu em Juruti Redes Socais A mulher que sobreviveu ao ataque a tiros que matou três pessoas em Juruti, no oeste do Pará, apresentou melhora no estado de saúde e deve receber alta hospitalar nos próximos dias. Frandeilza de Sousa dos Santos foi baleada pelo ex-companheiro, Willame de Lira Lopes, durante o ataque ocorrido em 31 de julho. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Após ser socorrida inicialmente em Juruti, Frandeilza foi transferida para um hospital em Belém, onde permaneceu internada. Segundo informou o delegado Maurilio Silva ao g1, a vítima já consegue caminhar, embora ainda lentamente, e também voltou a se alimentar. “Ela tá, ela vai ter alta. Ela já tá andando, devagar, tá comendo devagar, mas ainda não reconhece ninguém”, informou o delegado. Ainda conforme o policial, a equipe médica informou à família que a alta deve ocorrer nos próximos dias. Depois disso, Frandeilza deverá retornar para Juruti. Ataque matou três pessoas O crime aconteceu na noite de 31 de julho. Segundo a Polícia Militar, Willame de Lira Lopes invadiu a casa da ex-companheira e atirou contra o atual companheiro dela, Wellington Sousa dos Reis, que morreu no local. Em seguida, o vigilante entrou em um dos quartos da residência e disparou contra Frandeilza e a filha do casal, Maria Luz de Sousa Lopes. A criança foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Depois do ataque, Willame atirou contra a própria cabeça e também morreu. Frandeilza foi a única sobrevivente da sequência de disparos. Vigilante invade casa da ex, mata atual marido dela, a filha, atira na mulher e morre Suspeito já havia sido preso por violência doméstica Menos de um mês antes do ataque, Willame havia sido preso em flagrante por suspeita de violência doméstica. A prisão ocorreu em 3 de julho, após ele ser acusado de agredir uma mulher, ameaçá-la com uma faca e impedir que ela pedisse ajuda. A prisão preventiva chegou a ser decretada pela Justiça, mas foi revogada em 10 de julho. Na ocasião, foram determinadas medidas cautelares e protetivas, incluindo a proibição de contato e aproximação da vítima. Entre as medidas também estava a proibição de portar arma de fogo, com exceção da utilização durante o trabalho de vigilante e sob supervisão da empresa. A Polícia Civil continua investigando o caso. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região
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